segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Cuidando do Seu Espaço

Closets e Armários
Pequenos cuidados que deixam o cliente satisfeito

Planejar o armário antes de iniciar o projeto é uma forma eficiente de garantir que não falte espaço
        Um grande armário, cheio de gavetas e prateleiras compõe o quarto dos sonhos de muita gente, principalmente das mulheres, amantes de inúmeros pares de sapatos e acessórios.

        Para evitar que o sonho não se torne pesadelo é preciso fazer uma breve análise da divisão dos espaços necessários para guardar tudo o que precisa.

        Segundo a arquiteta Andréia Simões o ideal é que na hora de fazer o projeto o profissional fique bem atento. “Temos que perguntar qual a profissão, hobbys e até se possui alguma mania, pois tudo isso influencia na disposição da parte interna do armário”, completa.

        A composição das cores também exige cuidados, o próprio espaço pode ajudar na decisão do que escolher. Pequenos espaços exigem ainda mais cuidados, a utilização de tons claros e de espelhos proporciona uma sensação de leveza e amplitude.

        O maior desafio é projetar de forma que o cliente possa observar tudo de maneira rápida e prática, principalmente para aos que dispõe de pouco tempo para se arrumar. Para closets essa visualização é mais fácil, mas no caso de armários com portas a situação pode mudar. Assim, peças como gavetas com frentes de vidros tornam-se uma excelente alternativa.

        As mulheres precisam estar atentas com o lugar reservado aos vestidos longos. É sempre recomendável deixar um espaço para que eles fiquem pendurados sem amarrotar, isso preserva a peça sempre impecável. Sobretudos, ternos e camisas também merecem cuidados. “É preciso medir a largura dos cabides e calcular a altura ideal de todos os espaços de acordo com a característica de cada cliente”, completa Andréia.

           

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Mais informação de segurança em móveis

Berços infantis com selo de qualidade
Divulgação
22.12.2010 | 15:48:27

Veja como participar da consulta pública do Inmetro sobre a obrigatoriedade do selo e conheça algumas normas referentes a móveis para escritórios

A produção de berços, inclusive os sob medida, está mais uma vez em discussão no Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. O órgão já tinha estabelecido regras para a fabricação de berços, em parceria com a ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, e em julho desse ano ele propôs algumas alterações.
A principal delas é o uso obrigatório de um selo de qualidade em cada berço produzido. O documento encontra-se em consulta pública até o dia 19 de dezembro, e nesta condição, fabricantes e marceneiros podem dar suas sugestões em relação às normas propostas. Após essa data, os fabricantes de berços infantis terão 18 meses para se adequarem às novas regras.

Clique aqui para acessar o documento na íntegra


Móveis para escritórios
Assim como para berços, a produção de móveis para escritórios também deve seguir normas. Veja a seguir alguns delas no que tange a produção de mesas e cadeiras:
Mesas (norma :ABNT NBR 13966)
- Prateleiras, gavetas e quaisquer outros elementos que sejam acessíveis ao usuário, como maçanetas, puxadores e trincos, não devem conter arestas cortantes.
- os dispositivos de regulagem e de ajuste devem ser projetados de modo a evitar movimentos involuntários, bem como travamentos ou afrouxamentos indesejados.
- as bordas de contato de maior permanência com o usuário devem ser arredondadas
Cadeiras (norma :ABNT NBR 13962)
- a distância entre as partes móveis acessíveis ao usuário deve ser menor ou igual a 8mm, ou maior ou igual a 25mm, em todas as posições durante o movimento
- as bordas do assento, do encosto, do apóia-braço e dos demais elementos que sejam acessíveis ao usuário quando em posição sentada devem ser arredondadas, com curvatura maior que 2mm
- todos os dispositivos de regulagem devem ser projetados de modo que possam ser operados pelo usuário em posição sentada, ainda que seja necessário ele soerguer-se da cadeira para fazer o acionamento no caso da regulagem de altura do assento.
- as partes lubrificadas da cadeira devem ser protegidas, para evitar o contato com o corpo e as roupas do usuário
Por: Vanessa Barbosa 

.: eMobile :.

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Dicas de Iluminação

Iluminação adequada
        Um projeto de iluminação bem elaborado valoriza qualquer espaço, tornando-o funcional e decorativo. 

        A sala de estar é a área nobre da casa e por isso deve oferecer a oportunidade de criar várias atmosferas no ambiente, possibilitando tanto encontros íntimos com familiares, quanto uma reunião com amigos. O ideal é usar uma iluminação geral no teto e ter a opção de luz direcionada em objetos decorativos ou em parede especial (com revestimento / papel de parede).
        
        Lugar para descanso e repouso, a iluminação dos quartos precisa ser acolhedora e aconchegante, não deve ser dirigida para a cama, dessa maneira não ofuscando quem está deitado. Como iluminação auxiliar podem ser usados abajures e luminárias de mesa. Não se esqueça de iluminar bem a área próxima ao guarda roupa ou closet.
        
        A boa iluminação da cozinha é uma garantia de segurança, pois nela utiliza-se facas e objetos cortantes,  por isto a iluminação deve ser distribuída nas áreas de trabalho (pia, balcão e fogão) e ter uma luz geral agradável e acolhedora. Na mesa de jantar utilize uma luminária pendente sobre a mesa, criando assim um espaço íntimo onde as pessoas possam conviver ao redor da mesa.

        Nos banhos é fundamental ter uma boa luminosidade, tanto na iluminação geral, como nos espelhos, o ideal é dividir a luz em suas laterais evitando sombras no rosto para fazer barba ou maquiagem.

        Nas circulações e hall de entrada, uma iluminação decorativa é suficiente, já que se trata de ambientes de passagem, boas alternativas são o uso de arandelas decorativas, balizadores ou iluminação em parede especial.

Dica: Arquiteta Fabíola Lopes

domingo, 12 de dezembro de 2010

Entenda a diferença entre MDP e MDF
        O mercado de móveis planejados cresce a cada dia e, naturalmente, novas tecnologias são inseridas no processo de fabricação de chapas de qualidade e que atendam aos critérios da sustentabilidade. Com isso, mitos e verdades acabam surgindo neste tão concorrido segmento.

        Um dos exemplos mais conhecidos é o questionamento da qualidade do MDP e MDF. Essa dúvida, até certo ponto  tem sentido, pois é comum confundir o MDP com o aglomerado, um  painel elaborado a partir de partículas de madeira, e que era usado nos móveis convencionais ou planejados, mas que geralmente tinha acabamento em apenas uma das superfícies da peça. Com o tempo era comum o aglomerado esfarelar.

        Por esse motivo, a chapa de  MDF apareceu como um produto superior, preservando as principais características de uma chapa industrializada, porém, a um custo mais alto. Entretanto, após anos de pesquisas, surgiu o MDP, uma chapa com propriedades adequadas à fabricação de móveis de alta qualidade e muito resistente.

    A Celmar, empresa que atua no mercado de móveis planejados a mais de 60 anos trabalha com os dois produtos, e recomenda sua utilização de modo racional, ou seja, MDF onde vai pintura ou uinagem em baixo relavo ou entalhes; MDP para móveis e projetos de linhas retas, largas e planas. 

Fonte:Site:ww. Celmarmoveis.com

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Normas para produção de berços

Novas normas para berços em debate no RS
Rafael Machado
Cerca de 30 fabricantes de móveis estiveram presentes no evento
09.07.2010 | 11:26:24

Fabricantes gaúchos conheceram aspectos que mudarão na certificação desses produtos

Os associados da Associação dos Fabricantes de Móveis do Rio Grande do Sul (Movergs) conheceram alguns aspectos que devem mudar na certificação compulsória para os berços infantis no Brasil. A norma, antes mesmo de ser publicada, foi apresentada antecipadamente, em evento realizado ontem, dia 8 de julho, no Centro Tecnológico do Mobiliário Senai/Cetemo.
Representantes do INNAC - Instituto Nacional de Avaliação da Conformidade em Produtos apresentaram as etapas que as indústrias que fabricam berços precisarão cumprir a partir do início da vigência da obrigatoriedade do selo. Já a chefe do setor de fiscalização de qualidade do Inmetro no Rio Grande do Sul, Janara Veiga Silva apresentou como se dará, futuramente, essa fiscalização.
Por fim, Marcos Martins, da TWA Brasil Gestão Empresarial, reforçou os pilares da busca pela qualidade em todos os processos dentro de uma empresa e, para finalizar, o responsável pelo Laboratório de Controle de Qualidade do Senai Cetemo, Elton de Barros, apresentou os procedimentos utilizados nos ensaios realizados com os berços na estrutura disponibilizada pela instituição.