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quinta-feira, 18 de março de 2010
| Setor de móveis e cana-de-açúcar se reúnem no Sindimol |
Empresários da indústria moveleira e das usinas de cana-de-açúcar conhecem novo material
O Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário de Linhares e Região Norte do Espírito Santo – Sindimol - reuniu empresários do setor de móveis e das usinas de cana-de-açúcar Lasa e Disa para apresentar o projeto da Ecowood Brasil na última terça-feira (09/03). Os representantes da Ecowood mostraram o plano de uma produção de placas de MDP usando como principal matéria-prima o bagaço de cana-de-açúcar. Na reunião, a Ecowood informou que já é fabricado esse tipo de produto na China.
Segundo o Sindimol, o objetivo da apresentação é buscar investidores no Brasil que queiram a tecnologia para a implantação de uma indústria fabricante do novo MDP no Espírito Santo. A fábrica terá capacidade de produzir 50 mil metros cúbicos de placas de MDP por ano, e deverá custar um investimento de US$ 9 milhões. O presidente do Sindimol, Ademilse Guidini, ressalta que o material apresentado pela Ecowood será testado em uma linha de pintura UV e depois enviado ao Centro Vocacional Tecnológico (CVT) de Linhares (ES) para testes de resistência.
Por: Rafael Lopes
Profissional dá dicas de objetos e materiais menos nocivos ao meio ambiente
Na hora de decorar a casa também é possível usar peças utilitárias ecologicamente corretas. A arquiteta e especialista em Sustentabilidade Cristiane Baltar, coordenadora do Curso de Técnico em Design de Interiores do CEPDAP (Centro de Educação Profissional de Design, Artes e Profissões), é quem dá as indicações.
Segundo a especialista, utilizar móveis de madeira de reaproveitamento é uma possibilidade que respeita o meio ambiente. "Hoje já existe grande oferta de móveis de madeira de demolição no mercado. Para quem não encontrar, móveis de segunda mão também são uma opção consciente que, após uma reforma, podem ganhar muito charme", destaca.
Além disso, segundo a arquiteta, o consumidor deve ficar de olho nos materiais das peças que está levando para casa. "Quando o plástico é inevitável, existem opções biodegradáveis para potes, cestos e cadeiras. Alumínio também é um material que tem grande reaproveitamento", afirma. E continua: "As fibras naturais estão com tudo. Fibras de bananeira, de trigo, de bambu, de casca de coco são utilizadas no revestimento das paredes, objetos, enfeites e até mesmo na composição de toalhas, almofadas, cortinas e toalhas", explica.
Por: Juliana Galliano, com informações do Cepdap
sexta-feira, 12 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Com as atividades na zona do terremoto e posterior ao tsunami ocorrido em 27 de fevereiro passado, a empresa informou o estado de suas operações, tanto industriais como florestais.
10/03/2010, Última atualização em 10/03/2010Tamanho da letra
Com as atividades na zona do terremoto e posterior ao tsunami ocorrido em 27 de fevereiro passado, a empresa informou o estado de suas operações, tanto industriais como florestais.
Segundo o balanço feito pela empresa, duas placas de PB (Particle Board) em Valdivia sofreram danos menores e desde o dia 2 de março se encontram funcionando normalmente.
Em relação ao Complexo Industrial Mapal, localizado nas proximidades de Coronel, foi registrado um incêndio que causou importante prejuízo na placa térmica que alimenta a linha de MDF do Complexo, e o restante das linhas produtivas (PB) não apresentaram danos tão importantes relatados no momento. O complexo se encontrava detido, por falta de energia elétrica e serviços básicos ou porque estão fazendo as necessárias revisões.
Para os ativos florestais, a Masisa informou que nenhum dano foi relatado, salvo pequenos deslizamentos de terra nas estradas internas das fazendas de propriedade da Companhia.
A empresa está concentrando toda sua atenção e todos os seus esforços em resolver os problemas causados por esse desastre para retomar as operações o mais rapidamente possível, além de atender seus clientes internos e externos, em condições normais, o que em parte dependem das condições de fornecimento de matérias-primas e dos combustíveis e a normalização das atividades em portos e nas cidades e municípios onde atua.
Fonte: Notifix - Tradução Débora Morales
